Dicas de Leitura

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Dicas de Leitura

GANTHALER, Heinrich. O direito à vida na medicina: uma investigação moral e filosófica. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 2006.

O respeito à vida, como direito humano, deve ser entendido como elemento essencial e componente integral de toda ética médica. Apesar disso, no contexto do “direito a vida” coloca-se uma série de questões cruciais.
Em torno dessas questões desenvolveu-se uma discussão persistente e, em parte, conduzida muito emocionalmente. Nota-se que os representantes de diferentes pontos-de-vista partem manifestamente das mais diversas concepções sobre o ”direito à vida” – um fato que, não raramente, produz confusão e enseja mal-entendidos. Mas justamente na discussão sobre tais questões é necessário fazer uso, tanto quanto possível, de uma linguagem e conceituação claras, em que se deve atentar, especialmente, para singularidades específicas de uma linguagem prescritiva.
Objetivo deste trabalho não é defender um determinado ponto-de-vista em relação à solução das questões acima citadas (apesar de o autor tornar claro seu ponto-de-vista em algumas passagens), e, sim, apresentar uma análise o mais exata e ampla possível do conceito de ”direito à vida”.

 

GARCIA, Eduardo et al. (Org.). Essências em geriatria clínica. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2018.

Prático. Conciso. Abrangente. Assim é “Essências em Geriatria Clínica”, um livro necessário e rico em conhecimento, abrangente em sua proposta educativa de levar o ensino e o conhecimento da Geriatria a todos os cursos de medicina do Rio Grande do Sul.
Carrega uma proposta social diferente do que se conhece até hoje: esta obra é oferecida sem ônus às bibliotecas de todas as universidades do Estado que contenham ensino de Geriatria em seus currículos. Proposta pioneira e possível graças a uma inédita e profícua parceria de três grandes instituições gaúchas: Universidade Federal de Ciências da Saúde de porto Alegre, Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto legre e Conselho Municipal do Idoso de Porto Alegre.
Detentora de uma leitura objetiva e prática para o estudante, permite entrar no universo do idoso e suas principais doenças. Concebida por alunos e para alunos, sob atenta revisão dos mestres, a obra é, antes de tudo, uma ferramenta de ensino. Nascida na sala de aula para o uso na sala de aula!

 

ADAMS, Douglas. Até mais e obrigado pelos peixes! 2. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2005. (O Guia do Mochileiro das Galáxias, 4).

Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer as mais extraordinárias criaturas, Arthur está de volta ao seu planeta. Tudo parece igual, mas ele descobre que algo muito estranho aconteceu na sua ausência. Curioso com o fato e apaixonado por uma garota tão estranha quanto o que quer que tenha acontecido, ele parte em busca de uma explicação. Com sua peculiar ironia e seu talento aparentemente inesgotável para inventar personagens e histórias hilariantes – embora altamente filosóficas –, Douglas Adams nos presenteia com mais uma genial obra capaz de nos fazer refletir sobre o sentido da vida de uma forma bem diferente da habitual. Intercalando momentos cômicos com imagens e descrições altamente poéticas, Até mais, e obrigado pelos peixes! fecha com chave de ouro essa “trilogia de quatro livros” que já levou os leitores a conhecerem situações altamente improváveis e a viver momentos de reflexão e de pura diversão.

 

MARÍAS, Javier. Os enamoramentos. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

María Dolz, uma solitária editora de livros, admira à distância, todas as manhãs, aquele que lhe parece ser o “casal perfeito”: o empresário Miguel Desvern e sua bela esposa Luisa. Esse ritual cotidiano lhe permite acreditar na existência do amor e enfrentar seu dia de trabalho. Mas um dia Desvern é morto por um flanelinha mentalmente perturbado e María se aproxima da viúva para conhecer melhor a história. Passa então de espectadora a personagem, vendo-se cada vez mais envolvida numa trama em que nada é o que parecia ser, e em que cada afeto pode se converter em seu contrário: o amor em ódio, a amizade em traição, a compaixão em egoísmo. A história, narrada em primeira pessoa por María, sofre as oscilações de seus estados de espírito, de seus “enamoramentos”, evidenciando que todo relato é tingido pela subjetividade de quem conta.
Ao mesmo tempo, a presença incômoda dos mortos na vida dos que ficam é o tema que perpassa este romance, à maneira de um motivo musical com suas variações. Para desdobrar e reverberar esse mote, Javier Marías entrelaça a seu enredo referências a obras clássicas da literatura, como Os três mosqueteiros, de Dumas, Macbeth, de Shakespeare. Sustentando com maestria uma voz narrativa feminina, o autor eleva aqui a um novo patamar sua habilidade em nos envolver no mundo interior de seus personagens. Com Os enamoramentos, obra de plena maturidade literária, Javier Marías se reafirma como um dos maiores ficcionistas de nossa época.

 

ABREU, Cristiano Nabuco de; EISENSTEIN, Evelyn; ESTEFENON, Susana Graciela Bruno (Org.). Vivendo esse mundo digital: impactos na saúde, na educação e nos comportamentos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2013.

A cada dia passamos mais tempo conectados, seja via computador, celular ou outros dispositivos semelhantes. Qual o impacto desse comportamento em nossas vidas, em nossa saúde e nas relações sociais que estabelecemos? Este livro reúne profissionais de diversos campos de atividades – educação, saúde física e mental, comunicação, direito, entre outros – que buscam responder a essa questão sob diferentes pontos de vista.

 

SCHRAMM, Fermin Roland; BRAZ, Marlene (Org.). Bioética e saúde: novos tempos para mulheres e crianças? Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005.

A obra busca responder a algumas questões de ordem ética e prática que surgem dentro de uma instituição voltada para a atenção sanitária terciária, onde é comum surgirem conflitos dos mais variados tipos e origens. Desse modo, procura traduzir as experiências de profissionais que pesquisam e trabalham no campo da bioética. Os artigos reunidos na coletânea tratam de questões que dizem respeito ao início da vida humana, passando pela discussão de outros temas também relacionados com a bioética, como saúde pública, deontologia, assistência materno-infantil, reprodução humana, ética na pesquisa com seres humanos e animais, genética e era pós-genômica, cuidados em saúde da mulher e da criança, entre outros.

 

PESSOA, José Hugo de Lins; PEREIRA JÚNIOR, José Carlos; ALVES, Rosana de Souza Cardoso (Ed.). Distúrbios do sono na criança e no adolescente: uma abordagem para pediatras. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2015.

Livro que tem por objetivo abrir espaços para o estudo do sono nas crianças e nos adolescentes, tema até o momento ausente nas grades curriculares dos cursos de graduação e de residência médica em Pediatria de nossas faculdades. O livro encontra-se renovado, atualizado e ampliado. Foram incluídos 9 novos e inéditos capítulos.
Questões como o sono da criança não fazem parte das anamneses realizadas pelos pediatras, o que ocorre por falta de conhecimento e de ensino dos principais conceitos e aplicações práticas da fisiologia e fisiopatologia do sono.
Como se sabe, as alterações do sono são o tipo de distúrbio que não afeta apenas a criança, já que se estende as pais e membros da família com todo o seu cortejo de choros, aflições, ansiedade e inquietude. As alterações do sono apresentam caráter centrífugo. Movimentam-se do indivíduo – da criança para o coletivo – para a família.
Acresce potenciais prejuízos ocasionados pelas alterações para o desenvolvimento físico, psíquico e cognitivo da criança e do adolescente, que ao ocorrerem não raro se associam a distúrbios comportamentais e psicológicos.

 

ZAVASCHI, Maria Lucrécia Scherer. Crianças e adolescentes vulneráveis: o atendimento interdisciplinar nos centros de atenção psicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2009.

Este livro estuda as crianças vulnaráveis e abandonadas, os atendimentos multidisciplinares e os centros de atendimento multidisciplinar. Trata, ainda, do modelo biomédico e documenta os elementos do trabalho multidisciplinar que precisa ser desenvolvido para que as crianças e adolescentes com quadros mentais graves e suas famílias possam ter esperança de uma trajetória de vida menos comprometida.

 

BROOKS, Geraldine. As memórias do livroromance sobre o manuscrito de Sarajevo. São Paulo: Ediouro, 2008.

Um livro sagrado de valor incalculável é caçado por fanáticos políticos e religiosos. Seu destino está nas mãos da talentosa conservadora de livros Hanna. Pelas pistas deixadas em suas páginas ao longo dos anos, Hanna descobre a história cercada de enigmas desse manuscrito único e também dos homens e mulheres que, em nome do amor à leitura, combateram a intolerância para preservá-lo. Sua busca resulta em uma trama eletrizante de coragem, amor e tragédias – desde sua criação até sua salvação – através de 500 anos de história.

 

MELO, Fabio de. O discípulo da madrugada. São Paulo: Planeta, 2014.

Em ‘O Discípulo da Madrugada’, Padre Fábio de Melo nos apresenta um personagem religioso e bem-intencionado que tem sua vida modificada ao se tornar amigo de Jesus, antes de presenciar sua crucificação. Ao ouvir a pregação de Jesus, esse homem sente ruir a estrutura que até então dava sentido à sua vida. Desalojado em si mesmo, ele inicia uma aventura encantadora pelos caminhos da liberdade interior. Um personagem que tem um pouco de todos nós. Ou muito. É preciso observá-lo de perto, pois pode ser que o conheçamos bem. Pode ser até que a identificação seja tão profunda que, sem receios, possamos dizer – este sou eu.

 

TOMBINI, Nelio. A arte de ser infeliz: desarmando as armadilhas emocionais. Porto Alegre: Mateus Colombo Mendes, 2017.

Dia após dia , sem perceber, sem querer, esforçamo-nos numa arte muito presente – a arte de ser infeliz. A intenção deste livro é uma só: oferecer ao leitor caminhos para entender um pouco da nebulosa e sofrida alma humana. Desenvolvendo essas percepções teremos mais possibilidades de não cairmos nas armadilhas emocionais – criadas por nós ou pelos outros. Alguns trilham esse caminho pedregoso e se tornam experts na construção do sofrimento para si e para os outros. Não estou falando de doenças psiquiátricas que precisam de medicações mas, conflitos emocionais que carregamos e que tornam a vida muito sofrida. Quando temos mais intimidade com nossas emoções a vida fica mais satisfatória. São 50 capítulos com exemplos sobre estas armadilhas emocionais do cotidiano.

SUTTON, Robert I. Good boss, bad boss: how to be the best… and learn from the worst. New York: Business Plus, 2010.

O livro mostra como são, em geral, os bons chefes. Autoconfiantes, é claro, mas o “chefe infernal” também o é. É um trabalho às vezes ingrato, pois envolve servir de escudo ao time: protegê-lo da política dos corredores, absorver para si a pressão do andar de cima, quando as coisas vão mal, e driblar a burocracia corporativa. Outra habilidade da boa chefia aparece na hora de dar crédito. “O chefe que não toma os louros para si acaba atraindo os melhores talentos, gente vaidosa que sabe que seu trabalho não vai ser eclipsado”, diz Sutton. O bom comandante conhece o valor dos pequenos gestos e pode deixar um bilhete de “obrigado” na mesa do funcionário que ficou até mais tarde para resolver um problema. “A importância do reconhecimento é uma lição importantíssima”, diz Sutton. Como se constata, o bê-á-bá da boa chefia é formado em boa parte de velhas e conhecidas lições de civilidade e liderança. Mas o lembrete é oportuno. Afirma Sutton: “O bom chefe atrai gente igual a ele. Aliás, se você acha que seu pessoal é composto de desqualificados, morosos e imbecis, talvez o problema esteja em você”.

SADLER-SMITH, Eugene. Mente intuitiva: o poder do sexto sentido no dia a dia e nos negócios. São Paulo: Évora, 2011.

Eugene Sadler-Smith, um renomado pesquisador sobre a intuição e professor em cursos de negócios e gestão, argumenta que os seres humanos têm um cérebro, mas duas mentes – uma analítica e outra intuitiva. A administração tem subestimado a importância da intuição e negligenciado o potencial da mente intuitiva para contribuir em áreas tão diversas como a tomada de decisão, criatividade, trabalho em equipe, empreendedorismo, ética nos negócios e liderança. O autor argumenta que os líderes empresariais e gestores têm muito a ganhar se entrarem em contato com seu sentido intuitivo e usá-lo para serem líderes melhores. Sob certas condições, a análise racional de uma situação pode falhar. Nessas situações, A Mente Intuitiva afirma que todos nós devemos aprender a apostar na nossa intuição.


HAWKINS, Paula. A garota no trem. 6. ed. Rio e Janheiro: Record, 2015.

Um thriller psicológico que vai mudar para sempre a maneira como você observa a vida das pessoas ao seu redor. Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida. Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.

MICHELLI, Joseph A. Leading the Starbucks way: 5 principles for connecting with your customers, your products, and your people. New York: McGraw Hill Education, 2014.

Na obra, o autor examina quais foram os fatores que transformaram uma simples cafeteria em uma marca admirada mundialmente e mostra como essas táticas podem ser adaptadas em diferentes tipos de negócios. Michelli nos oferece uma perspectiva sobre os princípios de liderança que levaram essa icônica empresa fornecedora de café a ressurgir das cinzas depois de enfrentar sérios problemas durante a crise econômica mundial de 2008 – protagonizando uma das poucas histórias de verdadeira recuperação dessa época. E a empresa continua a crescer vertiginosamente, adentrando novos mercados e novos canais com produtos e tecnologias inovadores. Para produzir o livro, Joseph A. Michelli teve acesso direto a inúmeros funcionários da Starbucks, de atendentes ao próprio Howard Schultz, presidente e diretor-executivo (CEO) da empresa. Fruto de minucioso trabalho de pesquisa e análise, Liderando ao Estilo Starbucks estabelece cinco princípios práticos que promoveram na empresa uma vivência de sustentabilidade global de longo prazo, e que podem ser utilizados em qualquer organização, seja qual for o seu setor.

SCHNEIDER, Dado. O mundo mudou… bem na minha vez! São Paulo: Integrare, 2013.

O autor desafia os padrões e traz ideias arejadas acerca de relacionamentos pessoais e profissionais, de relações entre consumidores e empresas, das diferenças e conflitos entre gerações e de etiqueta no trabalho. Lança luz sobre estratégias de venda e marketing, motivação, liderança e equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Avalia que ‘pela primeira vez na história da humanidade há um volume brutal de conhecimento, que é repassado, com intensa velocidade, da geração mais nova para a mais velha’. De acordo com o autor ‘o livro é uma tentativa de trazer o maior número possível de pessoas para o século XXI’. Schneider explica sua tese dizendo que ‘as inúmeras oportunidades do nosso tempo só serão aproveitadas por aqueles que se desapegarem da maneira de pensar e agir do século XX’.


COLLINS, Jim. Como as gigantes caem: e por que algumas empresas jamais desistem: os cinco estágios do declínio corporativo e como evitá-los. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

Resultado de anos de pesquisa e estudos, este livro revela como grandes corporações falham e quais são os estágios desse declínio. A obra traz também elementos importantes para reflexão: o declínio pode ser percebido e evitado com antecedência? Até onde pode falhar uma companhia antes que o caminho se torne inevitável? As empresas podem reverter esse trajeto? Ao confrontar essas e muitas outras perguntas, entre elas: o que aconteceu na empresa para o declínio se tornar visível, e o que a empresa fez quando começou a cair e o que podemos aprender ao estudar o contraste entre o sucesso e o fracasso, Collins esboça um panorama pouco comum para o seu trabalho, a partir do qual analisa o fracasso de grandes empresas, e não o sucesso. A principal conclusão de Collins é que não importa o quão bem-sucedida uma empresa é, ela sempre pode cair e, em alguns casos, desaparecer por completo. A boa notícia da é que mesmo empresas em estágio avançado de decadência podem se recuperar.

RIBEIRO, João Ubaldo. A casa dos budas ditosos. Rio de Janeiro: Objetiva, c1999. (Pecados Plenos; Luxúria).

Depois da Gula (Luis Fernando Verissimo), da Ira (por José Roberto Torero) e da Inveja (por Zuenir Ventura), chega agora a vez de João Ubaldo escrever sobre a luxúria na coleção ‘Plenos Pecados’. O livro traz a história de CLB, uma mulher de 68 anos, nascida na Bahia e residente no Rio de Janeiro, que jamais se furtou a viver – com todo o prazer e sem respingos de culpa – as infinitas possibilidades do sexo. Seriam as memórias desta senhora devassa e libertina um relato verídico? Ou tudo não passa de uma brincadeira do autor?


WIERZCHOWSKI, Leticia. Sal. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.

Um farol enlouquecido deixa desamparados os homens do mar que circulam em torno da pequena e isolada ilha de La Duiva, expondo-os, todas as noites, às ameaças dos rochedos traiçoeiros. Sob sua luz vacilante, Cecília, matriarca da família Godoy, reconstitui as cicatrizes do passado com linhas e agulhas. Em dolorosa solidão, ela tece uma interminável tapeçaria em que entrelaça as sinas de Ivan, seu marido, e de seus filhos ausentes, elegendo uma cor para cada um. Muitas gerações da família de origem espanhola zelaram pelo farol naquela ilhota perdida no sul. Apesar da oposição de Doña, sua mãe, Ivan se apaixona por Cecília. Os dois se casam e têm seis filhos – Lucas, Julieta, Orfeu, as gêmeas Eva e Flora, e o temporão Tiberius -, que povoam a ilha com suas personalidades marcantes e talentos misteriosos. Apaixonada pelos livros, a jovem Flora descobre que possui o dom para a literatura e começa a escrever um romance. Tão poderosas são suas palavras que certas cenas deixam o papel e transbordam para a realidade. O manuscrito chega às mãos do inglês Julius Templeman, professor de Cambridge e especialista em literatura latino-americana. Tomado pelo frescor e pela vitalidade da criação da jovem, ele decide deixar a Europa e ir até La Duiva para conhecer pessoalmente a autora. Sua chegada provoca mudanças profundas e irreversíveis nos moradores da ilha e no próprio Julius. Ele desperta desejos, desencadeia paixões e torna-se o vértice de um inusitado triângulo amoroso, cujas consequências levam os filhos de Cecília a se espalharem pelo mundo em busca de outros verões. Com uma linguagem poética, Leticia Wierzchowski dá voz e vida a cada um dos integrantes da família Godoy, criando sua própria tapeçaria delicada e surpreendente, enriquecida por múltiplos e divergentes pontos de vista.

GÖSSEL, Peter; LEUTHÄUSER, Gabriele. Arquitetura no século XX. Lisboa: Taschen, 2013.

Este é o mais importante livro de referência sobre arquitetura do século XX. Desde Frank Lloyd Wrigt a Antoni Gaudí a Frank O. Gehry a Shigeru Ban e tudo o que há de melhor no meio, está aqui tudo. Os capítulos organizados cronologicamente põem tudo em perspectiva, ilustrados por centenas de fotografias de grande formato assim como inúmeros desenhos e plantas. O apêndice biográfico cobre todos os grandes arquitetos do século, incluindo os novos talentos da atualidade. Uma obra de referência indispensável e obrigatória para todos os que gostam de arquitetura!

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